Uma sondagem mostrou que JNL teve o seu melhor desempenho no escalão de “+5 a 10 anos” de antiguidade de sócio: cerca de 12 %.
Ou seja: os sócios que ainda não têm muitos anos de filiação podem estar mais abertos à mudança.
Estratégia: campanha dirigida a esse grupo — mensagens de “mudança”, “futuro”, menos dependência do passado”.
Secções no estrangeiro / diaspora
A votação mostrou que JNL teve bons resultados em várias mesas no estrangeiro: por ex., em Barcelona venceu com cerca de 69,6 % dos votos naquele local.
Estratégia: reforçar comunicação específica para sócios no estrangeiro: eventos, vídeos, presença online, reforço logístico para voto.
Sócios que querem ruptura com o “status quo”
O programa de JNL aponta para mudança estrutural, maior transparência, afastamento de práticas anteriores.
Estratégia: identificar os sócios críticos da gestão atual, que sentem que “algo tem de mudar”, e mobilizá-los — com testemunhos, debates, reuniões abertas.
Aproveitamento dos votos dos candidatos mais pequenos
Por exemplo, a candidatura de João Diogo Manteigas obteve cerca de 11,48 % dos votos na primeira volta.
Estratégia: dialogar com esse eleitorado — ouvir suas razões, mostrar que JNL incorpora muitas das suas ideias ou está disposto a colaborações — para capturar parte desse voto para a segunda volta.
Pontos de atenção / desafios
Apesar destas oportunidades, JNL ficou com cerca de 30,26 % na 1ª volta enquanto o adversário Rui Costa obteve ~42,13 %.
Sócios com muitas décadas de filiação (e muitos votos individuais) tendem a favorecer continuidade / nomes já consolidados. A campanha de mudança precisa de convencê-los ou capturar distritos onde esses veteranos têm menos peso.
Mobilização: não basta ter intenção de voto, é preciso garantir que os sócios vão votar (e no local certo) — logística, clareza, incentivo.
Comunicação: a mensagem de mudança deve ser clara, concreta — os sócios querem saber como se vai mudar, não só que vai mudar.